domingo, 8 de janeiro de 2012

Funcionários publicos estragam a paz de Freddie Mercury

Mas que mal é que Freddie Mercury fez aos Funcionários Publicos para, em dois anos consecutivos, fazerem esta linda figura.

Freddie Mercury revirou-se no caixão e tapou os ouvidos

2010




2011


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mães chatas

Hoje, no dia em que muitas familias comemoram o Dia da Mãe, este texto devia ser lido por todas as Mães, para estas saberem que são lembradas!

"Uma mãe tem que ser chata. Até à hora da morte. E até depois disso: mesmo quando já se tiver mudado de armas e bagagens para o Paraíso, uma progenitora digna desse nome continua a dar ordens e a mandar vestir um casaquinho nos dias em que ameaça chover.
Uma mãe de jeito tem que pregar insuportáveis sermões, deve vender os seus valores e convicções sem medo de estar a ser politicamente incorrecta, confirmar se as unhas estão cortadas, apagar a televisão a meio de um episódio emocionante, desligando sem remorsos o computador se alguma das criaturas se recusa a ir para a cama, por se julgar na obrigação de pôr a conversa em dia com todas as amigas e inimigas.
Uma mãe pode e deve mandar colocar a loiça na máquina, arrumar o quarto, e não se deve comover nem um bocadinho quando ele/ela lhe diz que "todos os outros pais deixam!". Tem também de aceitar que lhe chamem "forreta" - afinal o que é que lhe custava gastar vinte euros do multibanco para a entrada numa discoteca - e aceitar também que "não percebe nada de nada!".
As mães são velhas, ponto final. E de alguém que sobreviveu à Idade da Pedra não se podem esperar conselhos úteis ao século XXI. As mães, além de chatas, forretas e velhas gagás, também estão sempre em falta: ou não marcaram uma consulta, ou foram (ou não foram)a uma reunião da escola, ou falaram alto de mais na rua, ou baixo de mais no supermercado. É que se as mães nao forem chatas, nunca poderão tirar a prova dos nove. E a prova dos nove é ter filhos que refilam, protestam e se recusam a submeter-se à sua autoridade, ou seja, filhos dignos desse nome.
Por isso, mães de todo o mundo, neste dia que é nosso, unam-se para lhes darem cabo do juízo. É uma obrigação patriótica, se nao queremos um planeta invadido por atadinhos, mal-educados, que cospem na sopa e não ajudam as velhinhas a atravessar a rua."

Isabel Stilwell

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Não deixa de ter piada

O estripador de Lisboa foi descoberto porque o filho usou os crimes do Pai como segredo, para entrar na Casa dos Segredos. A partir dai recomeçou a investigação!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Golpe final

Comum é, dizer-se "o golpe final". Ao que parece, nestes ultimos dias, inverte-se a ordem das palavras, coloca-se um "dos", tira-se -al e coloca-se golpe no plural, ficando assim: "o Fim dos Golpes".

Foi com interesse que li a mensagem deixada no facebook pel'Os Golpes, pensando eu que era o anúncio de um grande concerto que viria em breve. Mas não:

A todos os que têm vindo a alimentar e acompanhar a história do Luís, Manuel Fúria, Nuno Moura e Pedro da Rosa que juntos se chamam Os Golpes:Decidimos suspender toda a actividade da banda. Apresentam-se novos caminhos nas nossas vidas, caminhos que queremos desbravar.Conforta-nos saber que há um passado que nos faz dançar e para o qual podemos olhar com muito orgulho .A todos com quem nos cruzámos ao longo da estrada, muito obrigado.
Até mais tarde e prazer em conhecer-vos!
Os Golpes

Sou do tempo dos 400 golpes. Ainda tenho músicas dessa altura e lembro-me do Luis me explicar o porquê do nome da banda. Tinha a haver com um filme ao que parece.

Lembro-me de ir a um bar no Intendente (ou nos Anjos), comprar um bilhete e ir assistir a um concerto dos 400 golpes. Tudo sentado em mesas de café, algo que actualmente seria impensável pois a vontade de saltar e cantar é maior do que o conforto de estar sentado numa cadeira daquelas que tem mármore em vez de almofada. Não estava muita gente, por isso talvez me sentisse constrangido em ficar de pé. Foi um show! Lembro-me que o exito foi o Amor Separar-nos-á (mas a versão antiga). Nesse fim de semana, o Luis achou por bem mostrar-me um sitio onde a musica e a classe se encontram e foi assim que eu conheci o Braço de Prata. Ouvi um desconhecido Samuel Uria e o Jorge Cruz. Este ultimo fazia sucesso numa novela da TVI com a musica "nada".

De volta aos 400 golpes, estes fizeram uma pausa e voltaram mais maduros. os 400 cairam e ficaram: OS GOLPES

Nos últimos tempos era constante ouvi-los em tudo. TV, rádio, concertos...
O lançamento do G foi um concerto do caraças, mas, se eu tivesse que eleger o melhor de todos para mim, escolheria sem duvida aquele dia em que fui ao Alive para ver Golpes e deparo-me com muita malta a optar por sair do palco principal para ir ouvir o mitico "Vá Lá Senhora". Esse deve ter dado um gozo brutal tocar!

Espero que seja um até já,





sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dizem-se palhaçadas, zangam-se os camaradas!

“Otelo foi uma figura importante na revolução [do 25 de Abril de 1974], contribuiu para que a revolução fosse pacífica e ganha, mas não tinha cultura política e portanto disse os disparates que toda a gente sabe e que às vezes continua a dizer", afirmou Mário Soares em Lisboa, durante o colóquio "Da ditadura à democracia: experiência e futuro", promovido pela embaixada da Polónia, país que preside actualmente à União Europeia.

O ex-chefe de Estado falou sobre Otelo depois de Adam Micnhik, jornalista e um dos rostos da resistência polaca ao comunismo, ter referido o nome do coronel a propósito da Revolução dos Cravos.

Soares sublinhou que os militares que fizeram o golpe do 25 de Abril de 1974 eram todos de baixa patente e tinham percebido no terreno que os conflitos nas colónias não tinham uma solução militar, sendo preciso negociar. "Mas não tinham cultura política", disse.

"Mas [Otelo] é uma pessoa de coração muito bom, apesar de tudo, que tem de ser considerada como uma pessoa que contribuiu para que nós hoje vivamos todos em liberdade. Eu tenho esse sentimento em relação a ele, e amizade em relação a ele, apesar de de vez em quando dizer assim a sua asneira. E eu digo-lhe a ele também, ele não se importa muito", acrescentou Mário Soares, sem nunca referir declarações recentes do capitão de Abril em que admitia a possibilidade de um golpe militar em Portugal.

Na mesma conferência, que decorreu na Universidade Católica Portuguesa, o antigo Presidente da República voltou a manifestar-se "profundamente preocupado com a Europa", considerando o projecto da União Europeia "o mais extraordinário que houve em toda a história da humanidade para que os povos vivessem em paz, em liberdade, em democracia e em solidariedade".

Porém, lamentou, as duas famílias político-ideológicas que fizeram a Europa - democrata-cristã e social-democrata - deixaram-se "colonizar pela economia de estilo americano" que defende que "a democracia tem de ser liberal e não social".

O resultado é, segundo Mário Soares, uma visão em que "aquilo que interessa é que os mercados funcionem".

"Os mercados mandam nos Estados e quase não há Estado", afirmou, dando um exemplo: "Aqueles imbecis [da agência Fitch] disseram que Portugal era lixo e isso passou a ser uma verdade absoluta e toda a gente começa a funcionar em função daquilo", acrescentou.

"É preciso é agir, agir civicamente e agir politicamente. E além de agir é preciso que tanto a senhora Merkel como o senhor Sarkozy, que se armaram em donos da Europa porque os mercados assim o querem, mudem de paradigma e aceitem mudar de sistema. Isto implica uma ruptura na União Europeia para o desenvolvimento da Europa e para que não vá tudo para o abismo", disse Mário Soares, que no final da conferência não quis comentar a greve geral de quinta-feira, afirmando que "é um simples cidadão" cuja opinião sobre esse assunto "não interessa".


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